Vídeos na Internet X Marketing Digital

Depois da febre das fotos nas redes sociais agora chegou a vez dos vídeos bombarem na web.

A maior rede social na publicação de vídeos, sem dúvida é o YouTube, são números extraordinários. Como as mudanças nesta plataforma estão cada vez mais competitivas a concorrência vai se engraçando, leia-se Facebook, que também pretende competir nessa seara digital.

Mark já avisou que vai concorrer na área de vídeos com o gigante YouTube, resta saber se o sucesso será o mesmo, do alcançado na sua recente plataforma mobile, já consagrada! Vai ser uma boa disputa para cativar anunciantes e usuários.

Exemplo de como serão os vídeos no mobile.

Vídeos no Facebook Mobile.

Mas nesse filão liderado pelo YouTube, que tem rendido milhões a muitos canais, que até ontem eram amadores, de repente, está se tornando cada vez mais profissional. Agências estão de olho nesta fatia generosa e devem investir em produção de conteúdo com qualidade, contratando especialistas em vídeos na internet e propondo aos clientes novos formatos de vídeos em linguagem “youtubiana” ou seja, filmetes digitais de grande impacto nas campanhas e tecnicamente perfeitos, no que diz respeito a edição de som e imagens, conteúdo e criatividade.

Assim sendo, a função de otimizar vídeos na internet também estará em alta, porque não adianta só criar e produzir um vídeo se ele não for otimizado para sua divulgação. Então, para concluir, o knowhow de especialistas em otimizar vídeos para internet será imprescindível no sucesso das campanhas, tanto da parte orgânica de SEO como na estratégia do SEM para vídeos, culminando com o SMO – Social Media Optimization.

Alexandre HornSocial Media

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Mobile Marketing

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Amigos, eventos e alegria… Add marketing digital = Buddy Cup

(Campanha desenvolvida pela agência África)

Das campanhas interativas das cervejarias que já comentei aqui, essa realmente merece um lugar nobre no “ranking” dos esforços empreendidos das agências em “explorar” Apps para engajar seus fãs e seguidores das marcas.

Temos aqui no blog um exemplo da Bohemia, que já ofereceu “checkin” no boteco, mas adicionar seus amigos (as) com um brinde! Isso sim, foi uma ação de impacto relevante, pois usa a rede social Facebook, otimizada pelos seus milhões de usuários.

Talvez preocupada com a proximidade da Copa 2014 a marca está investindo bastante em diferenciar seus produtos (Bud Aluminium) e promover ações nas mídias sociais, agora seu nicho preferencial!

Tim, tim…

Alexandre Horn – Mtb/RS 1145

QR Code NW Mídia PoA

QR Code NW Mídia Porto Alegre

 

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HTC First – O smartphone do Facebook

Facebook móvel vai chegar a partir do dia 12 de abril

Veja o lançamento no site Facebook Home | Facebook.

HTC First – O smartphone do Facebook

Interface dos Feeds do Facebook será a capa do dispositivo móvel (mobile) que está sendo lançado por Marck Zuckerberg.  O gadget já pode ser pedido e/ou reservado no site Facebook Home | Facebook no link acima.

Com operacional Android modificado, o smartphone do Facebook tende a cair nas graças dos seus usuários que agora contam com um App móvel “nativo” com feeds na capa do aparelho e “tudo dentro”.

Resta saber se o dispositivo terá valor de mercado competitivo para “alcançar” as camadas mais populares, que ainda não tem condições de adquirir um iPhone da Apple ou se veio para “concorrer” com os produtos da maçã (um tanto quanto madura).

Quem conseguir comprar o primeiro aparelho no Brasil, poderá ser considerado “celebridade”, devido ao glamour que envolve seu lançamento.

Uma coisa é certa, concorrer globalmente com fabricantes de dispositivos móveis é tarefa árdua para uma rede social, novata no ramo e que quer conquistar uma “fatia” com seu produto nesse mercado competitivo ao extremo.

Até o próximo post.

Alexandre Horn – Mtb/RS 1145

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Facebook compra sistema de anúncios da Microsoft

novofacePoucos dias atrás foi anunciado que Marck Zuckerberg estava adquirindo um plataforma de publicidade digital da Microsoft (Atlas) para dar mais “confiabilidade” nas métricas dos anúncios aos anunciantes  do Facebook.

Ferramenta que fará a gestão e intermediação das campanhas publicitárias online entre anunciantes e agências deve ter custado mais de 100 milhões de dólares (valor estimado) e será adaptada a nova interface.

E a nova interface chegou hoje! Sendo apresentada para a mídia e disponível para poucos selecionados, para ser “aberta” para todos seus usuários logo depois das primeiras exibições.

Destaque para a “valorização” das imagens com tamanhos maiores no múltiplo Feed de Notícias, como em sites responsivos, fazendo que as telas fiquem muito “parecidas” no PC, Note, Tablet ou Smartphone.

No mais é aguardar a “reação” dos milhões de usuários a esta mudança e ver se vai agradar. Para os anunciantes com certeza!

Até o próximo post!

Alexandre Horn – MTb/RS 1145

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Comunicação e Marketing Digital

Como obter um bom ROI (retorno sobre investimento)  nas campanhas planejadas para as redes sociais?

Sempre precisamos levar em conta o dinamismo do Social Media e sua constante transformação, principalmente quando criamos estratégias de publicidade online para campanhas nas redes sociais.

A velocidade em que a comunicação online atingiu é similar as ondas de rádio de outrora. Além disso temos memes, hits, entre as várias formas de propagar uma notícia, ou mesmo um fato qualquer no momento em que “disparamos” a tecla Enter das várias plataformas de publicação (mesmo que seja o HotSuite que congrega várias RSS).

Essa “diversidade” nem sempre representa facilidades em “falar”  com quem queremos atingir, então para isso, precisamos focar no nosso target principal (clientes) para atender aos objetivos pretendidos da campanha e selecionar quais os canais cujas métricas vão refletir positivamente esse “esforço” empreendido.

Para auxiliar na otimização do seu site (URL de destino) abaixo link de uma matéria que ajuda a medir o sucesso das suas ações de SEO:

Ferramentas SEO

Um apêndice:

A convergência das comunicações atuais, cuja tendência se evidencia na compra do Skype pela Microsoft e a descontinuidade do Messenger, juntamente com a “migração” das contas do Hotmail para Outlook.com, já dá uma ideia sobre a constante “preocupação” dos gigantes do setor em “dominar e aglutinar” os meios digitais.

Continuando… Mas o que isso tem a haver com as redes sociais? No meu ponto de vista, que o modelo dos negócios apesar das suas evoluções, ainda carece de ampliar a “cultura cibernética” no mundo corporativo para “dentro das RSS”. Porém, para vender produtos, basta implementar um e-commerce profissional! Alguém já viu a fan page das Lojas Americanas? Mas certamente já acessou seu site de compras, líder em conversões!

Então, para engajar fans e os transformar gradativamente em e-consumers, as redes sociais podem ser boas opções! Mas é preciso elaborar um planejamento de conteúdo, assertividade nos objetivos estratégicos das campanhas e principalmente sua “supervisão”!

Milhares de “likes” nas fan pages mais famosas do Facebook, indicam a relevância destas marcas, mas isso revela que a marca já é conhecida! Para uma marca nova, produto ou serviço desconhecido, o “caminho das pedras” precisa de um planejamento especializado.

Conclusão, para um “start” de uma campanha nas redes sociais, precisamos primeiro identificar quais as redes sociais que serão ideais na sua divulgação. Observar essas “estruturas”, como no caso do Facebook, Linkedin entre outras (Redes Sociais na Internet – Rachel Recuero – pág. 104,  …onde seus atores vão ampliar e complexificar essas redes, apenas isso…) assim como a verba necessária para que a promoção resulte positiva.

A crescente monetização nas redes sociais indicam que esse modelo de mídia digital ainda está em “maturação”, porém para alcançar um ROI a altura de qualquer investimento em mídia digital, a  atuação do “Analista de Mídias Sociais” precisa estar presente nesse contexto, juntamente com a equipe de atendimento, criação e planejamento.

Espero ter contribuído com este post!

Alexandre Horn – MTb/RS 1145

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Parece que o ano só vai começar mesmo, depois do carnaval!

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O analista de mídias sociais – Parte 2 (final)

estrategista de mídias sociais

analista de mídias sociais

Então, passou-se mais de um mês do meu primeiro post e uma ou outra “voz” nas redes sociais ainda levantou-se contra essa “função” de analista de mídias sociais, considerada por muitos profissionais da área da comunicação digital, exército de um homem só…

Fato passado, o que está em pauta é a grande diversidade de novas oportunidades para interagir com os fans de várias marcas, mas se não for uma griffe famosa, pode ser através de um novo branding e assim conquistar legiões de seguidores com seus likes que vão agregar valor aos seus serviços e produtos divulgados.

Mas preciso concluir sobre essa pauta, exemplificando numa situação que recentemente vivenciei ao participar de uma “dinâmica” (entrevista coletiva) para a função de Coordenador de Marketing.

Imaginem uma empresa que nunca teve setor de marketing, resolve implementar um, atribuindo a esta função desde o perfil “analista” até o “expert” em e-commerce, o que me fez lembrar dessa discussão!

É mais ou menos isso, querer encontrar ou criar uma função “virtual” como “laboratório” de uma sopa de tarefas, onde não se sabe nem por onde começar, chega a ser engraçado… Outra coisa, o rendimento do executor dessa função “ao ser aprovado” seria de acordo com o “que o profissional pudesse agregar para a empresa”… Ou seja, o candidato tem que concordar a aceitar seu cargo ser “rifado” para que sua contratação seja considerada “viável” economicamente e financeiramente, um “investimento” para a empresa… 😦

Para finalizar gostaria de sugerir uma “troca de nomenclatura” desta função, para Estrategista de Mídias Sociais e permitir assim uma real visão estratégica deste formato digital de mídia online, onde as regras convencionais não funcionam e faz-se necessário ter um “olhar digital”, que capta do consumidor suas preferências e interage como se estivesse sentado na mesma sala com ele…

Fica o exemplo da marca NIKE que passou a investir a totalidade da sua verba (que não é pouca) no ambiente digital, com sua fan page no Facebook e outras ações de marketing digital em portais na web e assim continuar a engajar seus fiéis seguidores.

Alexandre Horn – MTB/RS 1145

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O analista de mídias sociais – Parte 1

redes sociais e mídias sociais

Analisando as mídias sociais

Pra início de conversa, mídias sociais não são redes sociais e isso já fundamenta que mídias sociais são para publicidade e redes sociais são para compartilhamento entre os seus usuários.

O “Analista de Mídias Sociais” é um termo figurativo que tem sido muito usado nos sites de empregos, que procuram candidatos para preencher esta função, que deveria “compreender” o marketing digital no ambiente web.

Como nem a regulamentação do “profissional de marketing” está feita definitivamente (continua em andamento o projeto de lei) e se esta ciência já conta com mais de meio século, fico a me perguntar, quando será “reconhecida” a profissão de analista de redes sociais???

Mas isso é um capítulo a parte, o que mais chama a atenção é o fato que a maioria das empresas ainda “desconhecem” o universo do mundo digital. Ficam a elaborar “planos de marketing” feitos em casa e “encaixam” nas suas “estratégias” este profissional, que deve servir como um “expert” em lidar com as redes sociais.

Ocorre que as redes sociais propriamente ditas, são redes apropriadas, ou seja fechadas em si mesmas e usam os dados de seus usuários como quiserem (ao assinar que concordamos nos termos de serviços) e que também precisam sobreviver da sua própria publicidade.

Então o cliente, acostumado a fazer anúncios na mídia offline se depara com a mídia online. É uma quebra de paradigmas, antes seus clientes eram passivos, esperavam as mensagens… Agora estão ativos, se engajam, interagem, sugerem, reclamam e consomem!

As ações planejadas, consequentemente terão estratégias diferenciadas, conforme público-alvo, serviço ou produto e a proposta do anunciante para investir sua verba, porém em qualquer caso, o cliente sempre vai esperar o ROI (return of investiment) da sua campanha.

Voltando ao Analista de Mídias Sociais, basta consultar os anúncios de emprego e ver as atribuições desta função, teremos então uma ideia de quanto essa função “agrega” de atividades diversas para implementar as ações de marketing digital. É um profissional “perfeito”: saberá lidar com Facebook Marketing (embora não conheça a verba mínima para anunciar) vai também fazer campanhas de AdWords (mesmo sem ter a certificação oficial) e deverá atualizar com conteúdo as redes sociais conforme a “preferência” do seu cliente, criar “matérias” que muitas vezes não sabe usar a “linguagem” adequada para escrever (deveria ser um jornalista online por exemplo) e qual o público e contexto apropriado para publicar.

Não é uma crítica à função em si mesma, porque ela existe e tem vários profissionais que a executam muito bem em muitas empresas. Mas as vezes basta saber abrir um “perfil” nas redes sociais para estar “na moda”, como as grandes empresas, agora mais presentes nas mídias sociais.

Percebendo estas “incongruências” na função, me identifiquei com um texto de um diretor de uma agência digital, que pedia num manifesto a “Morte do analista de mídias sociais” e exemplificava os motivos, que dentre eles destaco o principal, o universo digital das mídias sociais é muito extenso para ser “gerido” por um só profissional.

Ocorre que, como no exemplo da imagem deste post, temos um número incrível de conexões em todo ambiente web, são portais, redes sociais e sites de relacionamento, entre outros e isso dá uma ideia do “trabalho” que um analista de mídias sociais teria, se fosse “executar” várias ações neste universo, teria que trabalhar 24/7/30 para dar conta do recado e mesmo assim não conseguiria…

Concluo que, esta função “multi-facetada” certamente terá “desdobramentos” em outras funções especializadas dentro de uma agência digital, porque mesmo fora das agências, dentro das empresas, pode ser uma “economia” para os empregadores, ter este único profissional “perfeito”, mas isso já não é mais possível, um “solitário” fazer todo o trabalho, a não ser se for pra só atualizar os comentários! 🙂

Na segunda parte dessa matéria, vou trazer mais dados para ilustrar o melhor possível este perfil profissional, que precisa ser mais valorizado e buscar na especialização a sua ascensão profissional.

Alexandre Horn – Mb/RS 1145

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Comunicação é digital! E a informação é convencional?

espaço digital

Durante todos esses anos anos venho trabalhando e estudando a comunicação, marketing, publicidade e mais recentemente redes sociais. Apesar das mudanças nos paradigmas destas áreas terem se fragmentado, mas estarem seguindo por caminhos similares, prevejo alguns acidentes de percurso.

Voltando no tempo:

Na primeira Fenasoft em São Paulo, lá pelos idos de 1992 quando comprei meu PS2 IBM por U$ 3.000,00 cujo investimento custaram vários argumentos com meu gerente do banco, mas renderam uma “linda” máquina com tela VGA, operacional Windows 3.1 (que na época era pós-DOS) e navegador Netscape….  Logo fui instalando o Corel Draw 3,  que fez grande sucesso ainda mais com a “parceria” do saudoso Adobe Page Maker…

Passados 20 anos eu estou num netbook de U$ 300,00 com navegador Chrome (bem mais rápido do que o Explorer) com Corel Draw 13  e Photoshop CS 3 (Adobe)  instalados, numa arquitetura com processador Atom e quase duvidando que a “maquininha” possa processar meus trabalhos (já vou migrar para um Core I7) mas ela consegue, apesar da lentidão e do operacional windows professional…

A conclusão que chego depois disso: “Possuir” um equipamento para estar dentro de um ambiente virtual é como ir no shopping fazer compras… Quase todo mundo tem essas “facilidades”… Mas, o que tem haver em relação às duas décadas atrás? Pra mim, que prestei prova em 2010 para entrar no curso de Mestrado da UERJ em Comunicação&Informação, defendendo a pré-dissertação “Novas tecnologias e cultura” e pretendo continuar “consumindo” vários livros sobre cibercultura, os paradoxos das relações inter-pessoais vinte anos depois estão em crise!

Citando Sherry Turkle, autora do livro “Alone together”, que traduzindo, literalmente quer dizer “sózinhos juntos”, sugiro que realmente o poder da comunicação dado a todo universo online, está tendo um “eleito colateral”, que precisa ser melhor compreendido! Como assim?

Na pré-história eram só “grunidos” pois a linguagem não estava ainda formada e aos poucos foram surgindo as palavras, meias frases e finalmente parágrafos inteiros! Foi uma revolução para a raça humana, porém junto com as “expressões” vieram as “reações”,  as conotações enfáticas tornaram-se “ameaçadoras” também, enfim numa “sopa” de culturas, cada povo expressa “suas raízes”.

Na Inquisição, palavras como “Diabo ou Demônio” já eram motivo de julgar e executar que as proferisse, como na segunda guerra, “Judeu” era motivo de extermínio e assim por diante. Então vieram os poetas, escritores, letristas e intelectuais que “domaram” as letras.

Também foram as letras que assumiram o lugar dos “bits” na era digital, como scripts e linguagens de programação C++ , PHP e Piton entre várias outras… Mas a comunicação propriamente dita foi ficando mais “técnica”… A semiótica foi invadindo os contextos da informação e os “ícones” passaram a expressar os sentimentos, mais do que nunca!

Um sorriso largo passou a ser 😀 e uma expressão de desagrado 😦 e assim as pessoas vão se acostumando a “guardar” suas emoções e trocar seus relacionamentos por teclas e ter “seguidores ou fãs” em quanto mais “quantidade” melhor… Apesar de sabermos que com mais de 150 “amigos” não teremos como administrar uma amizade com qualidade!

Muitas coisas evoluíram com certeza, home banking, compras pela internet e comunicação instantânea por vídeo, por exemplo… Mas em compensação, a tecla “delete” também está sendo usada para acabar com os relacionamentos, deixando a “preferência” para as amizades superficiais e sem compromisso, quase sempre fúteis e vazias de sentimentos reais, tipo aqueles sentimentos que nos fazem sentir “arrepios” e “mexem” com nossas mentes pensantes!

Nas informações veiculadas dos veículos convencionais (rádio/tv/jornal/revista/cinema) a revolução digital também interferiu contundentemente. Depois dos meios de comunicação ditos “passivos” e na era de internet, passamos a ter voz “ativa”, interagindo com as notícias e também produzindo nossa própria informação! Mas com o passar do tempo sem a devida “mediação”, esta comunicação foi se perdendo, o foco passou a ser “pessoal”, de quem “arbitra” um comentário, por exemplo… uma visão pessoal, única e intransferível!

Mesclando a comunicação com informação, temos atualmente “fontes inesgotáveis” de inconscientes coletivos a jorrar todo tipo de “expressão digital” possível… Algumas bem úteis por sinal, como no Egito e recentemente na Grécia, mostrando para o mundo online do Youtube a indignação de um povo sob o jugo do sistema monetário internacional.

Mas, como chegar a uma conclusão, mesmo que, como num laboratório façamos “experiências” no ambiente digital, todos resultados serão os mais inesperados possíveis e não é para ser diferente!

Penso que se direcionarmos o “pensamento coletivo” para ações “conjuntas colaborativas” os resultados seriam surpreendentes, porque “nunca em tempo algum foi assim”…  já ouvi isso em algum lugar… 🙂 Mas agora, quase todos temos esse poder e podemos estar conectados no ambiente virtual para decidir o que fazermos para melhorar nosso planeta, então chegou a hora de iniciarmos a “Revolução da Consciência Global” e agirmos para disseminar novos tempos antes que 2012 termine!

Horn, A. – Mtb/RS 1145

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